Muitas árvores de grande porte foram abatidas durante a devastação florestal facto que, na altura, foi fortemente criticado pelos ambientali...
Muitas árvores de grande porte foram abatidas durante a devastação florestal facto que, na altura, foi fortemente criticado pelos ambientalistas que previam consequências negativas para o ambiente.
O serviço nacional da Metrologia diz não estar em condições de prever se nos próximos dias haverá mais tempestade na Guiné-Bissau. As declarações vêm na sequência da tempestade que se verificou, na quarta-feira (27), em quase todas as zonas da Guiné-Bissau.
Na quarta-feira segundo levantamentos preliminares feitos em todo o país centenas de casas foram colocados a baixo pelo vento forte e chuvas intensas que se verificaram no país. As famílias continuam sem onde morar e os sinistrados de Bissau foram recenseados no serviço nacional de protecção civil e bombeiros e esperam por apoios.
Na quarta-feira segundo levantamentos preliminares feitos em todo o país centenas de casas foram colocados a baixo pelo vento forte e chuvas intensas que se verificaram no país. As famílias continuam sem onde morar e os sinistrados de Bissau foram recenseados no serviço nacional de protecção civil e bombeiros e esperam por apoios.
Entretanto, o coordenador do serviço da protecção civil diz que uma equipa continua a recensear as vítimas e ainda não se sabe se origem da calamidade é por causa da mudança climática.
“Ainda não sabemos a origem da calamidade. Estamos a seguir, desde 2014, um fenómeno que decorre há quatro (04) anos no perímetro da cidade de Bissau. Estamos a tentar saber junto dos serviços meteorológicos para interpretar o fenómeno para desenvolver mecanismos de respostas e de adaptação na zona”, explica.
“Ainda não sabemos a origem da calamidade. Estamos a seguir, desde 2014, um fenómeno que decorre há quatro (04) anos no perímetro da cidade de Bissau. Estamos a tentar saber junto dos serviços meteorológicos para interpretar o fenómeno para desenvolver mecanismos de respostas e de adaptação na zona”, explica.
Na mesma senda, no hospital Simão Mendes, deram entrada 7 casos e um uma criança de seis (06) anos de idade ainda continua em estado grave a receber assistência médica.
A tempestade passou e as casas continuam descobertas e as autoridades reconhecem que as vítimas precisam de apoios urgentes.

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