SIDÓ cantor oriundo da Guiné-Bissau que actualmente vive em França. O seu novo álbum intitulado “Esperanças” marca o regresso tão aguardado ...
SIDÓ cantor oriundo da Guiné-Bissau que actualmente vive em França. O seu novo álbum intitulado “Esperanças” marca o regresso tão aguardado de um dos nomes fortes da música africana.
A década de “70” marcou a nascença da música moderna Guineense e SIDÓ começou a cantar justamente em 1972 com Capa Negra, um conjunto de estudantes do Liceu “Honório Barreto”, mais tarde rebaptizados“Kwame N'Krumah”.. Graças a ao tema “Quilis qui cata muri” (os imortais), uma canção composta e cantada estritamente por SIDÓ, o Capa
Negra se destacou nitidamente entre as dezenas de conjuntos existentes no País, inclusive o lendário Cobiana Jazz.
Entre 1973 e 1976 o conjunto do SIDÓ foi o mais famoso de todos. Em Setembro de 1976, SIDÓ decide ir continuar os estudos em Portugal. Solicitado pelos empresários aí instalados (Infali Dabó, Erásmo Robalo, etc.), SIDÓ forma o conjunto Sabá Miniambá. Juntos gravam 2 discos que, tendo sido alvos de forte censura pelo então Governo da Guiné-Bissau, mormente através da proibição de passagem desses temas nas emissões radio difundidas do país.
Apesar dos entraves políticos no país, SIDÓ e Sabá Miniambá
continuaram a fazer "tournées" em Portugal, ao mesmo tempo que também participavam nos primeiros festivais de música Africana organizados em Portugal, edição VIDISCO. Nesses festivais, participavam também cantores como o BONGA, BANA e os conjuntos VOZ de CABO-VERDE, AFRICA TENTAÇÃO e outros.
Nesse sentido, revela-se, mais uma vez, como o primeiro artista da Guiné-Bissau a abalançar-me em tal opção, trazendo à luz do dia o álbum intitulado Camba Mar”. Instala-se assim um clima de confiança e de estima que, desenvolvendo-se, estimulam interactivamente a ação criativa do artista/cantor e da comunidade senegalo-guineense. É nesse período que SIDÓ anima os concertos eu/ou bailes da diáspora nas cidades de Evreux, Mantes la Jolie, Les Mureaux, Marseille Toulon St. Nazaire etc.
Em 1994 SIDÓ resolveu investir no associativismo e funda a Associação AMA-GB – Associação dos Artistas Músicos Originários da Guiné-Bissau em França) – sem todavia deixar de dar vazão às enormes solicitações que amiúde o levavam a digressões em Portugal, Espanha, Alemanha e Guiné Bissau.
SIDÓ não somente é o pioneiro, mas igualmente um percursor da moderna música guineense e, sobretudo, um inovador atento às novas tendências evolutivas do panorama cultural na qual se inscreve a música da Guiné Bissau. Aliás, ilustra isso o álbum SIMBIÓSES no qual, para além dos temas figurarem iniludivelmente como o testemunho das vincendas
relações de confiança e estima entre SIDÓ e as associações e empresários guineenses, é também o penhor seguro do seu permanente esforço de valorização da diversidade cultural guineense, aliás, vertente essa em que igualmente se embala os ritmos nas intrincadas conexões – e no qual, aliás, SIDÓ também se inspira com inquebrantável fidelidade, visando uma
intervenção que, pela via do conceito inédito de dar vazão à multiplicidade cultural e musical da Guiné-Bissau (Paródia, Reflexão, Charme e Tradicional) –, contribua para que para que a cultura continue sempre sendo nossa referência, e se deixe embalar pelas melodias e ritmos de SIMBIÓSES.
A década de “70” marcou a nascença da música moderna Guineense e SIDÓ começou a cantar justamente em 1972 com Capa Negra, um conjunto de estudantes do Liceu “Honório Barreto”, mais tarde rebaptizados“Kwame N'Krumah”.. Graças a ao tema “Quilis qui cata muri” (os imortais), uma canção composta e cantada estritamente por SIDÓ, o Capa
Negra se destacou nitidamente entre as dezenas de conjuntos existentes no País, inclusive o lendário Cobiana Jazz.
Entre 1973 e 1976 o conjunto do SIDÓ foi o mais famoso de todos. Em Setembro de 1976, SIDÓ decide ir continuar os estudos em Portugal. Solicitado pelos empresários aí instalados (Infali Dabó, Erásmo Robalo, etc.), SIDÓ forma o conjunto Sabá Miniambá. Juntos gravam 2 discos que, tendo sido alvos de forte censura pelo então Governo da Guiné-Bissau, mormente através da proibição de passagem desses temas nas emissões radio difundidas do país.
Apesar dos entraves políticos no país, SIDÓ e Sabá Miniambá
continuaram a fazer "tournées" em Portugal, ao mesmo tempo que também participavam nos primeiros festivais de música Africana organizados em Portugal, edição VIDISCO. Nesses festivais, participavam também cantores como o BONGA, BANA e os conjuntos VOZ de CABO-VERDE, AFRICA TENTAÇÃO e outros.
Nesse sentido, revela-se, mais uma vez, como o primeiro artista da Guiné-Bissau a abalançar-me em tal opção, trazendo à luz do dia o álbum intitulado Camba Mar”. Instala-se assim um clima de confiança e de estima que, desenvolvendo-se, estimulam interactivamente a ação criativa do artista/cantor e da comunidade senegalo-guineense. É nesse período que SIDÓ anima os concertos eu/ou bailes da diáspora nas cidades de Evreux, Mantes la Jolie, Les Mureaux, Marseille Toulon St. Nazaire etc.
Em 1994 SIDÓ resolveu investir no associativismo e funda a Associação AMA-GB – Associação dos Artistas Músicos Originários da Guiné-Bissau em França) – sem todavia deixar de dar vazão às enormes solicitações que amiúde o levavam a digressões em Portugal, Espanha, Alemanha e Guiné Bissau.
SIDÓ não somente é o pioneiro, mas igualmente um percursor da moderna música guineense e, sobretudo, um inovador atento às novas tendências evolutivas do panorama cultural na qual se inscreve a música da Guiné Bissau. Aliás, ilustra isso o álbum SIMBIÓSES no qual, para além dos temas figurarem iniludivelmente como o testemunho das vincendas
relações de confiança e estima entre SIDÓ e as associações e empresários guineenses, é também o penhor seguro do seu permanente esforço de valorização da diversidade cultural guineense, aliás, vertente essa em que igualmente se embala os ritmos nas intrincadas conexões – e no qual, aliás, SIDÓ também se inspira com inquebrantável fidelidade, visando uma
intervenção que, pela via do conceito inédito de dar vazão à multiplicidade cultural e musical da Guiné-Bissau (Paródia, Reflexão, Charme e Tradicional) –, contribua para que para que a cultura continue sempre sendo nossa referência, e se deixe embalar pelas melodias e ritmos de SIMBIÓSES.

COMMENTS