O estudante Brasileiro António Gislaison Delfino da Silva, lançou no passado 19 de Agosto do mesmo ano seu livro ''Nha terra Guiné-B...
O estudante Brasileiro António Gislaison Delfino da Silva, lançou no passado 19 de Agosto do mesmo ano seu livro ''Nha terra Guiné-Bissau em relatos e fotografias'' o presente livro surgiu na sequência da sua agitação em aprender rendeu o estudante Brasileiro da UNILAB dois meses em terras guineenses.
A curiosa historia de Gislaison e a Guiné-Bissau:
Em 2014 quando ele ainda tinha apenas 17anos de idade, Gislaison entrou na universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), para cursar o Bacharelado em humanidade, numa turma de 40 estudantes 30 deles eram guineenses e na maioria deles com o apelido de ''CÓ, CÁ, IÉ, TÉ, DJÚ'' ele acabou adotando o apelido de ''Cá'' preferindo a etnia ''pepel'' da Guiné.
O convívio com os colegas guineenses rende lhe a motivação do tema de pesquisa, até que em 2015 praticamente um ano depois, o estudante ruma-se à Africa concretamente em Guiné-Bissau atravessando o atlântico para sua primeira visita a um pais africano, onde esteve durante dois meses pesquisando sobre a ''educação e cooperação''.
“Nha terra”, da língua Kriol, significa “minha terra” em português. “Considero Guiné-Bissau como se fosse meu segundo país, pois através da experiência vivenciada pude notar o quanto o povo guineense é acolhedor e hospitaleiro”afirmou.
Assim como a viagem, o livro teve financiamento coletivo, num processo que durou quase um ano. Gislailson realizou torneio de futsal, feira de comidas típicas, festas da integração e também recebeu ajuda de servidores e funcionários terceirizados da Unilab.
O estudante considera que difundir a experiência de pesquisa e convivência por meio de um livro ajudará a incentivar a integração e o respeito em outras universidades. Acredita ainda ser uma forma de agradecer à comunidade africana na Unilab e, em especial, à comunidade guineense. “Pela oportunidade, por ter me aceitado e me inserido nessa comunidade através do aprendizado da língua, através do convívio diariamente, nas (celebrações das) independências. Também é uma forma de agradecer às pessoas que contribuíram para a minha viagem à Guiné-Bissau, dizer o resultado do trabalho, pois tem todo um relato da experiência no país. É um presente para a Unilab, para os países que estão aqui e para a Guiné-Bissau”, destacou. Gislailson sublinha a oportunidade de ampliar os horizontes promovida pela Unilab aos discentes. “Aqui tem vários países e costumes. Que não percam a oportunidade e se integrem e se respeitem acima de tudo. Que aprendam as línguas, que aprendam as danças, a música, que conheçam um pouco o que é uma troca de saberes, um conhecimento mútuo. A Unilab é um espaço único e exclusivo, essas oportunidades para se integrar e conhecer um pouco dos outros países só temos aqui”, ressaltou.
“Texto autêntico, limpo e direto” A apresentação de “Nha terra: Guiné-Bissau em Relatos e Fotografias” ficou por conta do escritor guineense Manuel Casqueiro, presidente da Academia Afrocearense de Letras. Casqueiro descreve o texto de Gislailson como “autêntico, limpo e direto. Segui-lo em seus percursos pela cidade de Bissau, seus bairros e interior da nação, pendurado nos ‘toca-toca’ ou noutro veículo qualquer, é prazeroso. Ler-lhe as observações de gourmet dos vários pratos da culinária guineense me deu água na boca”, revela, convidando à leitura. O guineense considerou a obra ainda como “uma sincera homenagem à Unilab, à Guiné-Bissau, à amizade e à paz.
Mais sobre o autor:
Gislailson Silva, mais conhecido como Gislailson Cá, é natural do município de Mulungu, na região cearense do Maciço de Baturité. Ingressou na Unilab aos 17 anos, no curso de Humanidades, tornando-se, assim, a primeira geração da família a ter acesso ao ensino superior. Já concluiu o bacharelado em Humanidades e agora cursa o último semestre da Licenciatura em Sociologia, além de duas pósgraduações, uma delas na Unilab.
A curiosa historia de Gislaison e a Guiné-Bissau:
Em 2014 quando ele ainda tinha apenas 17anos de idade, Gislaison entrou na universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), para cursar o Bacharelado em humanidade, numa turma de 40 estudantes 30 deles eram guineenses e na maioria deles com o apelido de ''CÓ, CÁ, IÉ, TÉ, DJÚ'' ele acabou adotando o apelido de ''Cá'' preferindo a etnia ''pepel'' da Guiné.
O convívio com os colegas guineenses rende lhe a motivação do tema de pesquisa, até que em 2015 praticamente um ano depois, o estudante ruma-se à Africa concretamente em Guiné-Bissau atravessando o atlântico para sua primeira visita a um pais africano, onde esteve durante dois meses pesquisando sobre a ''educação e cooperação''.
“Nha terra”, da língua Kriol, significa “minha terra” em português. “Considero Guiné-Bissau como se fosse meu segundo país, pois através da experiência vivenciada pude notar o quanto o povo guineense é acolhedor e hospitaleiro”afirmou.
Assim como a viagem, o livro teve financiamento coletivo, num processo que durou quase um ano. Gislailson realizou torneio de futsal, feira de comidas típicas, festas da integração e também recebeu ajuda de servidores e funcionários terceirizados da Unilab.
O estudante considera que difundir a experiência de pesquisa e convivência por meio de um livro ajudará a incentivar a integração e o respeito em outras universidades. Acredita ainda ser uma forma de agradecer à comunidade africana na Unilab e, em especial, à comunidade guineense. “Pela oportunidade, por ter me aceitado e me inserido nessa comunidade através do aprendizado da língua, através do convívio diariamente, nas (celebrações das) independências. Também é uma forma de agradecer às pessoas que contribuíram para a minha viagem à Guiné-Bissau, dizer o resultado do trabalho, pois tem todo um relato da experiência no país. É um presente para a Unilab, para os países que estão aqui e para a Guiné-Bissau”, destacou. Gislailson sublinha a oportunidade de ampliar os horizontes promovida pela Unilab aos discentes. “Aqui tem vários países e costumes. Que não percam a oportunidade e se integrem e se respeitem acima de tudo. Que aprendam as línguas, que aprendam as danças, a música, que conheçam um pouco o que é uma troca de saberes, um conhecimento mútuo. A Unilab é um espaço único e exclusivo, essas oportunidades para se integrar e conhecer um pouco dos outros países só temos aqui”, ressaltou.
“Texto autêntico, limpo e direto” A apresentação de “Nha terra: Guiné-Bissau em Relatos e Fotografias” ficou por conta do escritor guineense Manuel Casqueiro, presidente da Academia Afrocearense de Letras. Casqueiro descreve o texto de Gislailson como “autêntico, limpo e direto. Segui-lo em seus percursos pela cidade de Bissau, seus bairros e interior da nação, pendurado nos ‘toca-toca’ ou noutro veículo qualquer, é prazeroso. Ler-lhe as observações de gourmet dos vários pratos da culinária guineense me deu água na boca”, revela, convidando à leitura. O guineense considerou a obra ainda como “uma sincera homenagem à Unilab, à Guiné-Bissau, à amizade e à paz.
Mais sobre o autor:
Gislailson Silva, mais conhecido como Gislailson Cá, é natural do município de Mulungu, na região cearense do Maciço de Baturité. Ingressou na Unilab aos 17 anos, no curso de Humanidades, tornando-se, assim, a primeira geração da família a ter acesso ao ensino superior. Já concluiu o bacharelado em Humanidades e agora cursa o último semestre da Licenciatura em Sociologia, além de duas pósgraduações, uma delas na Unilab.



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